Dicas de segurança


Dicas de segurança para garantir um Natal e Réveillon seguro.

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN) alerta a população para os riscos de acidentes nesta época do ano. O principal é o choque elétrico e incêndios causados por curto-circuito das luzes da decoração de Natal. O ideal é adquirir apenas enfeites aprovados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).
A instalação deve ser feita por profissional qualificado, com o circuito desenergizado, seguindo as mesmas regras para manutenção de instalações elétricas prediais. Emenda de fio mal feita pode causar aquecimento e conseqüente aumento do consumo de energia e o mau isolamento pode permitir a passagem da corrente elétrica e causar curtos-circuitos ou acidentes com terceiros.

Confira algumas dicas para ter um fim de ano seguro:

1-     Desligue o conjunto da tomada de energia ao substituir lâmpadas e nunca execute esse procedimento puxando a tomada pela fiação;
2-     Evite deixar a instalação em área sujeita à chuva ou alagamento;
3-     Não deixe a fiação ao alcance de crianças;
4-     Não instale o conjunto de lâmpadas decorativas em estrutura metálica e também pontiaguda;
5-     Após instalação, verifique e corrija quaisquer pontos de aquecimento. Siga corretamente as instruções do catálogo do fabricante;
6-     Para conjuntos para fachada de prédio com potência mais elevada, contrate serviço de um engenheiro, técnico ou eletricista para dimensionar a fiação e a proteção do circuito de acordo com a carga a ser ligada;
7-     No caso de fachada, verifique a proximidade com a rede de energia, pois, no caso de chuva forte com vento, a iluminação decorativa instalada pode vir a tocar a rede elétrica e provocar curtos-circuitos;
8-     Evite choques elétricos, observando a distância mínima da rede elétrica ao realizar a decoração de fachadas ou áreas externas;
9-     Embora confiram um aspecto especial a qualquer árvore, não utilize velas na decoração – o risco de incêndio torna-se perigosamente elevado;
10-  Desligue sempre as luzes decorativas antes de se deitar e sempre que sair de casa e no caso de existirem crianças pequenas ou animais domésticos, torna-se necessário afixar a árvore de Natal a um elemento estável e seguro;
11-  O uso inadequado de fogos de artifício, os acidentes nas rodovias, os afogamentos também causam preocupação no CBMRN;
12-  Em caso de emergência, entre em contato com o CBMRN pelo telefone de emergência 193.

Já no réveillon o risco está relacionado aos fogos de artifício. O dia 31 de dezembro é a véspera do ano novo. A população se prepara para a noite mais alegre do ano. Mas atenção: os fogos de artifício são um perigo, alerta o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio Grande do Norte (CBMRN). É preciso tomar cuidado. Para evitar a compra de material clandestino, é importante observar se o local de venda está regularizado no Corpo de Bombeiros e possui certificado de registro junto ao Exército.
Caso deseje realizar um espetáculo pirotécnico, é preciso que seja apresentado um projeto de segurança contra incêndio ao órgão competente do CBMRN, do local de queima, conforme a Lei ordinária nº 9.187, de 30 de junho de 2009, publicada no DOE/RN nº 11.996, de 1 de julho de 2009.
Nas lojas credenciadas, os vendedores são treinados para orientar os usuários sobre as medidas de segurança. Estas casas possuem iluminação blindada contra explosões, extintores e sistema de proteção contra descargas atmosféricas (pára-raios). Para aproveitar o réveillon sem perder a tradição de soltar os fogos de artifício, é preciso tomar alguns cuidados, como por exemplo respeitar o limite de idade que vem indicado pelo fabricante na embalagem do produto.
Em caso de queimaduras, a recomendação inicial é esfriar a lesão com água corrente e fria. Não deve ser colocado nenhum produto em cima, como pasta de dente, manteiga, clara de ovo ou nada que o vizinho diga que se deve fazer. Envolva o membro ou a extremidade queimada e leve a vítima a um hospital, ou a um posto de saúde para que um médico que possa avaliar

Precauções:

Leia e siga as instruções na embalagem;
Use fogos em locais abertos;
Armazene fogos em local frio e seco;
Solte fogos sob a supervisão de adultos e de acordo com a sua idade;
Nunca tente reutilizar os fogos que tenham falhado;
Nunca atire fogos na direção de outras pessoas;
Nunca atire fogos de lugares fechados, como carros ou residências;
Nunca faça experiências, modifique ou tente fazer seus próprios fogos de artifício;
NUNCA utilize fogos após ingerir BEBIDAS ALCÓOLICAS;
Não desmontar os fogos;
Não fumar dentro dos estabelecimentos que vendem fogos;
Deixar os fogos fora do alcance de crianças;
Em caso de show pirotécnico, contratar profissional habilitado;
Antes de usar um produto, ler cuidadosamente as instruções impressas nas embalagens e ter cuidado ao segurar os fogos para evitar acidentes.

Em caso de acidentes:

Enquanto não houver atendimento no hospital, cobrir a queimadura com um pano limpo;
Nunca fure as bolhas! Elas servem para proteger a área queimada;
Não retire roupas grudadas, fragmentos de objetos ou graxas das lesões;
Não use pomadas sem ordem médica, nem toque as lesões com as mãos;
Procure Socorro Médico;
Se houver sangramento, faça um curativo com gaze ou um pano bem limpo.

Lesões causam:

Queimaduras;
Amputação dos dedos e até da mão;
Se uma bombinha explodir próximo de seus olhos, poderá causar cegueira;
Trauma acústico.
Em caso de emergência entre em contato com o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte, através do telefone 193.

Fonte: Imprensa CBM-RB

Dicas de Prevenção de Incêndios



Descargas elétricas atmosféricas, sobrecarga nas instalações elétricas dos edifícios, falhas humanas (por descuido, desconhecimento ou irresponsabilidade) e etc, são diversas causas de um incêndio. Por isso os cuidados básicos para evitar e combater incêndio, indicados a seguir, podem salvar vidas.



Em princípios de incêndio desligue os aparelhos elétricos Mantenha-se calmo e dirija-se rapidamente às saídas de emergência.



Acione o Corpo de Bombeiros através do telefone 193.



Mantenha livres corredores, escadas e saídas de emergência.



Obedeça as placas de sinalização do edifício.



Não ligue mais do que um aparelho por tomada.



Cuidado. Fios e cabos descascados provocam curto circuito e faísca



Ao instalar novos aparelhos, verifique se não sobrecarregarão o circuito.



Nunca utilize os elevadores Gestantes, crianças, idosos e portadores de deficiência merecem atenção especial.



O lado interno das escadas deverá permanecer livre, para facilitar o acesso das equipes de salvamento.



Procure manter as portas corta-fogo fechadas. Elas evitam a penetração da fumaça.



O que fazer em caso de Parto de Emergência?

Procedimentos gerais:

  • Acionar o Corpo de Bombeiros (193) ou SAMU (192);
  • Sempre manter a calma;
  • Sem expor a parturiente, ela deverá estar livre de todas as vestimentas que possam obstruir o canal de nascimento;
  • Em hipótese alguma o processo de nascimento do bebê poderá ser impedido, retardado ou acelerado;
  • Sempre o marido, os pais ou outro parente próximo deverá acompanhar, o tempo todo, a parturiente;
  • Não permitir a presença de curiosos. Procurar ser o mais discreto possível e manter ao máximo a privacidade da gestante;
  • Não permitir que a gestante vá ao banheiro se são constatados os sinais do parto iminente.



Procedimentos específicos:

  • Colocar a parturiente deitada de costas, com os joelhos elevados e as pernas afastadas uma da outra e pedir-lhe para conter a respiração, fazendo força de expulsão cada vez que sentir uma contração uterina;
  • Quem vai assistir ao parto deverá lavar bem as mãos;
  • À medida que o parto progride, ver-se-á cada vez mais a cabeça do feto em cada contração. Deve-se ter paciência e esperar que a natureza prossiga o parto; nunca se deve tentar puxar a cabeça da criança para apressar o parto;
  • À medida que a cabeça for saindo, deve-se apenas ampará-la com as mãos, sem imprimir nenhum movimento, que não o de sustentação;
  • Depois de sair totalmente, a cabeça da criança fará um pequeno movimento de giro e, então, sairão rapidamente os ombros e o resto do corpo. Sustentá-lo com cuidado. Nunca puxar a criança, nem o cordão umbilical; deixar que a mãe expulse naturalmente o bebê;
  • Após o nascimento da criança, limpar apenas o muco do nariz e a boca com gaze ou pano limpo e assegurar-se de que começou a respirar. Se a criança não chorar ou respirar, segurá-la de bruços, com a estabilização correta da coluna cervical, e dar algumas tapinhas (de leve) nas costas para estimular a respiração. Desta forma, todo o líquido que estiver impedindo a respiração sairá;
  • Se o bebê ainda assim não respirar, fazer respiração artificial delicadamente, insuflando apenas o volume suficiente para elevar o tórax da criança, como ocorre em um movimento respiratório normal;
  • Não há necessidade de cortar o cordão umbilical, se o transporte para o hospital demorar menos de 30 minutos. Nesse tempo os bombeiros ou enfermeiros do SAMU já terão chegado ao local.
  • O cordão umbilical sairá junto com a placenta, cerca de 20 minutos após o nascimento;
  • Após a saída da placenta, deve-se fazer massagem suave sobre o abdome da parturiente para provocar a contração do útero e diminuir a hemorragia que é normal após o parto;
  • Transportar a mãe e a criança ao hospital para complementação assistencial médica. Deve-se também transportar a placenta para o médico avaliar se ela saiu completamente.



O QUE É GLP?


O GLP, Gás Liquefeito de Petróleo, é uma mistura de hidrocarbonetos líquidos obtidos em processo convencional nas refinarias, quando produzido a partir do petróleo. Pode ser também produzido a partir do gás natural, em unidades de processamento de gás natural (UPGNs).

Gases: Propano (C3H8) e Butano (C4H10).

É popularmente conhecido como “gás de cozinha”, pois seu principal uso acontece na cocção dos alimentos. Também é utilizado em várias etapas industriais e agrícolas.

Em estado líquido, o GLP é mais leve do que a água e pode ser facilmente armazenado a uma pressão moderada.

Em estado gasoso, ele é mais pesado do que o ar, o que faz com que se concentre próximo ao solo em caso de vazamento. Por ser invisível e inodoro, adiciona-se um odorizante não-tóxico, a mercaptana, como medida de segurança.

Por sua facilidade de armazenamento, transporte, grande eficiência térmica e limpeza na queima, o GLP é usado intensivamente em todo o mundo.

QUAIS OS ÓRGÃOS QUE FISCALIZAM O MERCADO DE GLP?

A regulação do setor, contratação das empresas concessionárias e fiscalização das atividades econômicas integrantes da indústria do petróleo são atribuições da ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, uma autarquia vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A ANP estabelece os requisitos mínimos para as empresas que se propõem a atuar no mercado de GLP, visando garantir a segurança do consumidor e a regularidade do abastecimento em todo o território nacional.

Para compatibilizar a oferta e a demanda nos pontos de recebimento do produto, a ANP estabelece quotas mensais máximas para os contratos de compra e venda entre o produtor (a Petrobrás, por exemplo) e cada uma das empresas distribuidoras, com base na capacidade de atendimento da empresa, quantidade de botijões com a sua marca etc.

Outra atividade importante da ANP – que traz transparência ao mercado, informa os consumidores e fornece aos agentes condições de acompanhar detalhadamente o desempenho do setor – é o monitoramento da comercialização de combustíveis. Semanalmente, é feito um levantamento de preços em todos os Estados da federação e dos volumes comercializados. Esses dados estão disponíveis no site (www.anp.gov.br).

Além disso, o Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial, autarquia vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, fiscaliza os botijões, especialmente em relação ao peso correto do produto em cada recipiente. E fiscaliza também os sistemas de medição do GLP a granel.

Outro órgão importante para o setor é a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – cujas normas asseguram os requisitos adequados para fabricação, armazenamento e requalificação dos recipientes, além de requisitos para as instalações de granel. Os distribuidores de GLP seguem requisitos de certificação para assegurar as boas condições de uso dos botijões. O serviço de requalificação dos botijões também é sujeito às normas da ABNT no âmbito do Sistema Brasileiro de Certificação.

Nos Estados, a regulação e a fiscalização das atividades de distribuição e revenda de GLP competem, principalmente, aos órgãos de defesa do consumidor, ao Corpo de Bombeiros, às Secretarias da Fazenda e do Meio Ambiente, entre outros órgãos.

QUAIS OS RISCOS DA COMERCIALIZAÇÃO CLANDESTINA?

As revendas piratas são verdadeiros “camelôs” do gás. O problema é que o GLP não deveria ser vendido nas calçadas ou em bares, precisa ser manuseado adequadamente, não pode ser armazenado em locais sem ventilação e sem equipamentos para combate a incêndio. O botijão de gás com manutenção adequada é muito seguro, mas a armazenagem de vários botijões deve cumprir normas mínimas de segurança, tais como afastamentos adequados, equipamentos de combate a incêndio, facilidade de acesso e de evacuação e manuseio cuidadoso. São raros os acidentes, mas este não é um produto com o qual se possa negligenciar a segurança, tanto na armazenagem quanto no manuseio.

E a outra modalidade de pirataria, o enchimento não-autorizado de botijões de outras marcas, é muito pior do que a sonegação de impostos. Muito mais danoso que as fraudes no peso e a adulteração na qualidade do produto. O botijão que esconde sua verdadeira procedência atenta contra o bem mais valioso e irresgatável: a vida humana.

A Portaria nº 297/2003, normatizada pela ANP, dispõe que a atividade de revenda de gás de cozinha somente poderá ser exercida por pessoa jurídica autorizada pela ANP que atender, em caráter permanente, aos requisitos estabelecidos e às condições mínimas de armazenamento de recipientes transportáveis de até 90 quilogramas de GLP.

INSTALAÇÃO

Os componentes básicos para instalação do botijão de gás são:

Botijão - Contém 13kg de gás de cozinha. É fabricado segundo norma da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - 8460.

Braçadeiras - Servem para fixar a mangueira no fogão e no regulador de pressão do botijão. Nunca use arame, esparadrapo ou outro material no lugar de braçadeiras.

Regulador de pressão - É a peça que regula a passagem do gás do botijão para a mangueira. No regulador deve constar a gravação do código NBR 8473 do INMETRO. O prazo de validade da mangueira é de 05 anos.

Mangueira - Deve ser de plástico PVC transparente, com tarja amarela, gravação do código NBR 8613 e do prazo de validade e comprimento máximo 80cm. O prazo de validade da mangueira é de 05 anos.

COMO REALIZAR UMA COMPRA SEGURA

• Observe se o entregador está uniformizado e com crachá;
• Observe se o veículo possui identificação;
• Confira o lacre do botijão na frente do entregador;
• Confira a marca da distribuidora em auto-relevo no botijão;
• Solicite sempre a NOTA FISCAL.

Para sua segurança:

• Evite abastecer em empresas clandestinas;
• Verifique o estado do botijão ao recebê-lo. O botijão não pode estar amassado, enferrujado ou apresentar qualquer outro tipo de danificação;
• Se houver dúvidas quanto ao seu peso ou qualidade, aproveite a presença do entregador e peça para trocá-lo. O botijão deve estar em boas condições, com lacre intacto e selo de segurança;
• Nunca coloque os botijões em compartimentos fechados e sem ventilação(armários, gabinetes, vãos de escada, porões, etc.).;
• Nunca instale o botijão próximo a ralos ou grelhas de escoamento de água. Por ser mais pesado que o ar, o gás pode se infiltrar em seu interior e na presença de fagulha explodir.

QUANDO O GÁS ACABA

• Quando a alimentação dos queimadores do fogão estiver deficiente é preciso trocar o botijão;
• Não tente forçar a saída de gás;
• Nunca vire ou deite o botijão (se ainda existir algum resíduo de gás ele poderá escoar na fase líquida, o que anula a função do regulador de pressão, podendo provocar graves acidentes);
• Nunca aqueça o botijão;
• Ao comprar o botijão confirme no ato da entrega, e diante do entregador, se o botijão está devidamente lacrado e se confere com a marca da distribuidora em auto-relevo.

Antes de trocar o botijão, certifique-se de que:

• O local está bem ventilado e livre de qualquer tipo de fogo (vela, fósforos, isqueiros ou cigarros acesos);
• Todos os botões dos queimadores estão desligados;
• As instalações elétricas fiquem a uma distância mínima de 1,5 m.

Em seguida faça a troca:

• Feche o registro de gás;
• Retire o lacre do botijão cheio;
• Retire o regulador do botijão vazio;
• Segure o bico do regulador na posição vertical e encaixe-o na válvula do botijão cheio;
• Use apenas as mãos. NÃO utilize ferramentas como martelo ou alicate;
• Gire a borboleta do regulador para a direita, até ficar firme. (Obs: nunca aperte de mais, pois pode danificar a rosca e causar vazamentos).
• Jamais efetue a troca do botijão na presença de chamas, brasas, faíscas ou qualquer outra fonte de ignição;
• Evite “rolar” o botijão, transporte-o sempre na posição vertical;
• Ao trocar o botijão examine as condições da mangueira e do regulador, verificando sempre o prazo de validade.

Após a instalação do botijão

• Verifique se há vazamento de gás aplicando espuma de sabão na junção do regulador com a válvula do botijão;
• Nunca use fósforos ou qualquer tipo de chama para verificar se há vazamento.

IMPORTANTE: Acostume-se a acender o fósforo antes de girar o botão. Se você girar o botão primeiro, o gás começa a sair imediatamente, o que pode ser perigoso.

Lembre-se:

• Ao sair de casa, feche o registro de gás e nunca deixe panela no fogo aceso;
• Não permita que as crianças tenham acesso ao fogão;
• Não coloque cortinas, panos de prato ou outros materiais que possam pegar fogo junto ao fogão ou sobre o botijão;
• Não tente eliminar vazamento de maneira improvisada (sabão, cera e etc);

COMO PROCEDER EM CASOS DE EMERGÊNCIAS

Vazamento de gás sem fogo

• Feche o registro do regulador de gás;
• Afaste as pessoas de local;
• Não acione interruptores de eletricidade e não ligue nem desligue nenhum equipamento eletrônico;
• Desligue a chave geral de eletricidade somente se ela estiver fora da residência;
• Não fume nem acenda fósforos ou isqueiros;
• Se ocorrer em ambiente fechado, abra portas e janelas;
• Retire o botijão para um local aberto, ventilado e longe de fontes de ignição;
• Alerte as pessoas sobre o vazamento;
• Entre em contato com a empresa distribuidora de gás e, em casos mais graves, com o Corpo de Bombeiros.

Vazamento de gás com fogo

• - Chame o Corpo de Bombeiros;
• - Não deite o botijão, pois pode agravar o incêndio;
• - Se possível, feche o registro de gás;
• - Afaste as pessoas do local;
• - Desligue a chave geral da eletricidade;
• - Retire do local os materiais combustíveis que puder.

DICAS PARA SEU DIA-A-DIA

COMO ACENDER O FOGÃO E O FORNO

• Abra o registro do regulador de gás;
• Abra a porta do forno se for usá-lo;
• Acenda o fósforo;
• Aproxime o fósforo aceso do queimador que vai ser usado;
• Gire o botão do queimador ou do forno;
• Não deixe que crianças tenham acesso ao fogão e ao botijão;
• Não coloque panos de prato ou outros objetos que possam pegar fogo junto ao botijão, na tampa do fogão ou perto dos queimadores;
• Não acenda o fogo com isqueiro;
• Feche o registro sempre que não estiver usando o gás;
• Nunca instale um botijão com a mangueira passando por trás do fogão;
• Mantenha sempre o cabo das panelas voltado para dentro;
• Nunca utilize fogareiro ou lampião em botijões de 13 Kg;
• Nunca encha as panelas;
• Ao sair de casa, nunca deixe panela no fogo ou forno acesos.

A certeza da procedência do botijão é a sua maior garantia de segurança e qualidade.