sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
O Instante Mágico
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Plano de Saúde
Conversamos nesta manhã com a Consultora de Vendas da Unimed Ana Kláudia Vasconcelos sobre a proposta de plano de saúde para a ABM-RN.
As possibilidades de convênio são:
Rede Aberta – Cobertura completa de todos os procedimentos e atendimento em toda a rede credenciada Unimed com médicos, clínicas, hospitais e laboratórios em toda a cidade;
Rede Referenciada - Cobertura de todas as especialidades no Centro Clínico Unimed Natal e na rede referenciada.
Sem Co-Participação – Valor fixo mensal de acordo com o perfil do cliente.
Co-Participativo – Opção mais econômica, com mensalidade reduzida e pequena Co-Participação em cada serviço utilizado.
Não apresentamos ainda a tabela de valores porque a Unimed está aguardando posição da ANS acerca do produto específico para entidades representativas, que não tem vínculo empregatício com os beneficiários.
Marcamos nova reunião para discutirmos o assunto dia 10 de janeiro às 10:00h na sede da ABM-RN.
Para mais informações entre em contato com a ABM-RN pelo endereço abm.rn@hotmail.com
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Assembleia Geral da ABM-RN
Efetivo do Corpo de Bombeiros é insuficiente para cobrir 410km de litoral.
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De acordo com o coronel Dantas, cinco dos postos já estão montados desde dezembro - nas praias de Búzios, Ponta Negra, Via Costeira, Praia do Meio e Redinha. Agora, outros quatro serão instalados nos seguintes locais - Barra de Tabatinga, Barra de Maxaranguape, outro ponto em Búzios e Praia do Forte.
Mas se engana quem pensa que o baixo efetivo do Corpo de Bombeiros se limita à escala da Operação Verão. Hoje o Rio Grande do Norte tem 3.121.451 habitantes, na contra mão o CBM/RN tem o menor efetivo do Brasil – cerca de 650 homens.
Para se ter uma idéia, a ONU recomenda que a relação entre Bombeiros e população é de 1/1000. Para cada 1000 habitantes precisa existir 01 bombeiro. No RN deveríamos ter pelo menos 3300 bombeiros visto que a população do estado é pouco mais que 3 milhões de habitantes.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Papai Noel dos Correios foi do Corpo de Bombeiros
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A REFORMA ESTATUTÁRIA
Nas últimas semanas foram realizados os trabalhos de reforma do ESTATUTO SOCIAL DA ASSOCIAÇÃO DOS BOMBEIROS MILITARES DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE – ABM-RN. Várias são as mudanças realizadas, as quais vieram para o aperfeiçoamento da entidade enquanto provedora de melhorias e benefícios aos sócios .
Fazendo uso do espaço cedido e, ainda, em consideração aos vários pedidos dos bombeiros militares, ávidos em tomarem conhecimento sobre as principais mudanças estatutárias, estaremos explicando-as de forma simples, contudo sem fugir do detalhamento necessário que o assunto merece.
Começaremos falando sobre o Fundo de Assistência Social –FAS, o qual é um auxílio social ao sócio, pago pela entidade em certas circunstâncias, previamente estabelecidas.
O FAS é um marco na história da ABM-RN, pois possibilitará um dinheiro extra ao associado em momentos relevantes da sua vida.
Vejamos as disposições estatutárias sobre o FAS:
I – Em caso de morte do associado, os seus dependentes legais farão jus a título de auxilio funeral, da importância equivalente a 60 (sessenta) mensalidades sociais;
II – Em caso de morte de dependente legal, o associado fará jus, a título de auxilio funeral, da importância equivalente a 20 (vinte) mensalidades sociais;
III – Ao ser reformado ou passar para a reserva remunerada, o associado fará jus, a título de abono reserva, da importância equivalente a 48 (quarenta e oito) mensalidades sociais;
IV – Quando nascimento ou adoção de filho(a), o associado fará jus, a título de auxílio natalidade, da importância equivalente a 20 (vinte) mensalidades sociais. (grifos)
O pagamento do beneficio será efetuado ao sócio ou seu dependente, mediante a apresentação da documentação cabível que comprove a situação prevista neste capitulo.
O pagamento do beneficio será realizado de acordo com a ordem de protocolo, sendo atendido até o limite do saldo do Fundo de Assistência Social, transferindo-se para o subsequente, os pedidos não atendidos e assim sucessivamente. Neste caso, na falta de dinheiro para o pagamento dos auxílios sociais, o sócio deverá ter paciência para que o FAS arrecade capital para os pagamentos devidos.
O Sócio com direito ao benefício do Fundo de Assistência Social que solicitar o seu desligamento do quadro de Sócios da Entidade, perderá automaticamente o direito ao seu recebimento. Desta forma, temos que a manutenção do bombeiro militar na qualidade de sócio da ABM-RN é fator de suma importância para fazer jus aos auxílios sociais financiados pelo FAS.
O FAS terá seu financiamento através do recolhimento de 20% do valor da mensalidade paga pelo sócio, devendo a ABM-RN depositar tal dinheiro em conta específica para tal finalidade a ser administrada pela Diretoria da Entidade.
Vejamos a norma estatutária que versa sobre o financiamento do FAS:
Concluímos a breve exposição sobre o Fundo de Assistência Social – FAS crentes de que a ABM-RN inovou para melhor, para cumprir o seu papel junto ao sócio, sem contudo fazer barbaridades com o orçamento da entidade.
Concluímos dizendo que o FAS nada mais é do que uma poupança, financiada pelos sócios e administrada pela ABM-RN. Trata-se de medida coerente e inteligente para garantir benefícios financeiros ao associado, sem, contudo, se recorrer à contratação de seguradoras para pagamentos de benefícios. Contratações desta natureza, além de não ser nada inteligente, comprometem substancialmente o orçamento da entidade, gerando prejuízos múltiplos, típicos de administrações atrapalhadas.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Estamos no período das Festas e Confraternizações.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Estatuto da ABM-RN
Dia 18 de dezembro, sábado, faremos Assembléia Geral extraordinária para homologarmos a reforma estatutária.
Participe!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Terço de Férias
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Renovação de Contrato
Biblioteca;
Restaurantes;
Atividades físicas;
Educação infantil;
Educação fundamental;
Desenvolvimento artistico-cultural e;
Cursos de valorização social.
O acesso aos serviços oferecidos pelo SESC-RN pode ser efetivado em qualquer unidade no Rio Grande do Norte.
Verifique no site www.rn.sesc.com.br os endereços das 10 unidades do SESC no RN e os serviços oferecidos.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Sérgio Cabral quer unificar polícias Civil e Militar do Rio
Além de receber pedido de Cabral, Dilma assistirá a uma apresentação de dez minutos, feita pelo secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, em que outros nove tópicos serão abordados, com a intenção de discutir mudanças no atual cenário do combate ao crime, no Brasil. O EXTRA teve acesso ao esboço do documento que Beltrame está preparando para levar ao Distrito Federal. Ele é um dos vários convidados de um seminário, ainda sem data marcada, que inclui organizações não-governamentais (ONGs), outros secretários e especialistas em segurança pública.
PL 767324/2010 ( Acesso gratuito ao Rádio e Televisão para Segurnaça Pública)
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Comissão aprova adicional de periculosidade para policiais e bombeiros
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
MP investiga irregularidades no CBM-RN
A 21ª Promotoria de Justiça abriu um inquérito civil para averiguar possíveis irregularidades na jornada de trabalho dos Bombeiros Militares do RN. O Ministério Público quer saber porque existe uma incompatibilidade na carga horária dos militares, enquanto alguns tiram 48h de folga, outras tem direito a 72 horas, a cada período de 24 horas de serviço.
A investigação também busca esclarecer informações sobre déficit no quadro de oficiais e praças. De acordo com a Lei Complementar Estadual nº 230/2002, deveria ser de 1.065 bombeiros, mas corresponde a apenas 664 militares, o que equivale a 62% do estabelecido pela lei.
O comandante do Corpo de Bombeiros terá o prazo de 10 dias para explicar à Promotoria de Justiça os motivos da diferença nas horas de folga bem como os critérios adotados para definir as jornadas de trabalho e indicar se existe algum projeto de lei junto a Secretaria do Estado de Segurança Pública e Defesa Social para disciplinar a jornada de trabalho dos bombeiros.
Fonte: http://www.cardososilva.com.br
domingo, 28 de novembro de 2010
Assembléia Geral da ABM-RN
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Assembléia ABM-RN
- Prestação de Contas do primeiro trimestre;
- Aniversário de 11 anos da ABM-RN.
Presidente ABM-RN
Revolta da Chibata: Cem anos de luta dos praças contra a segregação
Os marinheiros eram açoitados mesmo passadas duas décadas do fim da escravidão. Infelizmente a História tem mostrado que o atraso na implantação das leis democráticas e cidadãs nos meios militares não foi exclusividade dos marinheiros de 1910. Hoje, decorridos 22 anos da vigência da Constituição Federal, que se pretendia cidadã, os praças da PM e de outras instituições continuam sendo presos sem o devido processo legal, sem direito a hábeas corpus e por motivos esdrúxulos como deixar de fazer a barba, de limpar a botina ou por manifestar opinião. E assim como os marinheiros de 1910 foram expulsos da Marinha por lutarem contra a chibata, os praças de SC de hoje são expulsos por reivindicar melhores condições de trabalho. Ou seja, além de enfrentar um regulamento medieval e relações internas desumanas, os praças são amordaçados pelos regulamentos e impedidos de denunciar as péssimas condições de trabalho.
A divisão acentuada de classes nos meios militares – que insiste em sobreviver às transformações sociais - produz efeitos para além dos muros dos quartéis. Como manter a “ordem” na sociedade quando a instituição encarregada da manutenção está em “desordem”. A ordem que impera nos quartéis é a ordem do silêncio, uma ordem apenas aparente. Ainda hoje persistem discriminações entre os militares, como a separação dos locais de refeição entre praças e oficiais. A academia de formação da PMSC mantém essa prática, separando alunos oficiais dos alunos praças.
Se a chibata e o porão dos navios eram destinados aos praças no início do século passado, nos dias de hoje a discriminação contra a categoria continua explícita nas instituições militares. Mesmo que com mecanismos mais “modernos”, a segregação nos meios militares ainda obriga os praças do século 21 a utilizar o “elevador de serviço” na maioria dos quartéis. É preciso que o Estado brasileiro pague sua dívida histórica com os praças, fazendo com que os princípios de cidadania entrem na caserna. É preciso manter o espírito armado e apontado para a segregação que impera na caserna, pois a “paz sem voz” dos quartéis “não é paz, é medo!”.